sexta-feira, 13 de junho de 2008

Estatização da Varig teria sido a melhor solução, afirma juiz


Folha de São Paulo
DA SUCURSAL DO RIO

O juiz Luiz Roberto Ayoub, responsável pelo processo de recuperação judicial da Varig, afirmou ontem em entrevista à Folha que a melhor solução para a empresa teria sido a estatização, por meio de uma intervenção direta do governo. Segundo Ayoub, na primeira etapa do processo de recuperação da empresa, o governo era favorável à busca de uma solução de mercado e estava disposto a aceitar a quebra da companhia.

"Na minha opinião, se o governo tivesse participado desde o início, estatizando a empresa, saneando-a, porque os maiores credores são o próprio governo, seria, para mim, a melhor solução", disse.

Ele relatou ter tido encontros com o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e com o ex-ministro da Defesa Waldir Pires em busca de uma solução "menos traumática" para a companhia. O juiz disse não ter "qualificação técnica" para julgar se o governo estava certo ou errado, mas mencionou que o próprio governo mudou de opinião e passou a ser favorável à manutenção das operações da empresa.
Durante um seminário na Confederação Nacional do Comércio, ocorrido no dia 26 de maio, em gravação à qual a Folha teve acesso, o juiz disse ter recebido "pressões de todo tipo de segmentos possíveis".

Empresa viável

Ayoub relatou o episódio em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo não colocaria dinheiro em empresa falida e, com isso, prejudicou as operações da Varig, com queda nas vendas de bilhetes e no fluxo de caixa. Em seguida, o juiz marcou uma entrevista coletiva para dizer que a empresa era viável e que não decretaria a falência enquanto ela pudesse ser recuperada.
Na entrevista de ontem, disse que não sofreu pressões e que se referiu anteriormente à dificuldade do processo de recuperação da Varig do ponto de vista quantitativo e qualitativo. "Ninguém se atreve a nos pressionar porque não nos prestamos a isso", disse.

No final do seminário em maio, o juiz se irritou com uma pergunta de um ex-funcionário, que questionou se ele considerava a Varig uma empresa recuperada diante do grande número de funcionários demitidos e da crise no Aerus, o fundo de pensão dos funcionários da Varig. (JANAINA LAGE)

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Entenda o caso da venda da Varig


BRASÍLIA - Denúncias de favorecimento supostamente conduzido pelo alto escalão do governo federal para que a ex-subsidiária VarigLog tivesse arrematado a Varig no meio do ano de 2006 são mais um capítulo no conturbado processo de regeneração da companhia aérea criada há mais de 70 anos.

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Anac ameaça cassar concessão da VarigLog

http://www.gazetamercantil.com.br

Brasília e Rio, 6 de Junho de 2008 - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) enviou ontem à VarigLog um ofício exigindo que a companhia apresente, em até 30 dias, nova composição societária.

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Fundo americano processa juiz que atuou no caso Varig


SÃO PAULO - O fundo Matlin Patterson divulgou uma nota nesta quinta-feira em que acusa o juiz José Paulo Magano, da 17ª Vara Cível de São Paulo, de "parcialidade" na condução do processo de dissolução societária entre os sócios brasileiros e estrangeiros da VarigLog. Na nota, o fundo diz que entrou com uma representação contra o juiz no Tribunal de Justiça de São Paulo.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Documentos provam acusações sobre Varig, diz Denise Abreu

http://www.estadao.com.br

Ex-diretora da Anac diz estar preparada para lidar com tentativa de 'desqualificar' denúncia frente à população

SÃO PAULO - A ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, afirmou nesta quarta-feira, 4, ter provas sobre o favorecimento de um fundo americano pela Casa Civil na compra da Varig. Em entrevista à Rádio Eldorado, Denise afirmou esperar agora "algumas mentiras, algumas inverdades", que, segundo, "vão tentar desqualificar a minha fala para fazer com que a população não acredite".

A possibilidade, porém, não assusta a ex-diretora da Anac. "Nós estamos preparados para lidar com isso porque não haveria cabimento eu me manifestar se não tivesse absoluta convicção", afirmou.

Denise afirmou que tem em mãos todo o processo da VarigLog, que mostra a seqüência dos procedimentos da Anac durante o negócio. Ela voltou a falar sobre as reuniões entre membros da agência reguladora e a Casa Civil, que, segundo a ex-diretora, foram comandadas algumas vezes pela própria ministra Dilma Rousseff.

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http://www.estadao.com.br

A ação decisiva na venda da Varig


Mesmo para os padrões éticos do lulismo - que submetem a moralidade política e administrativa às conveniências da patota no poder, sendo imoral o que as contrarie -, são estarrecedoras as revelações sobre o engajamento espúrio do governo para facilitar a venda da Varig, com a participação direta - e decisiva - do advogado Roberto Teixeira, velho amigo, benfeitor e compadre do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na história escabrosa relatada com exclusividade a este jornal pela ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a secretária-executiva da Pasta, Erenice Guerra, aparecem aplastando sumariamente as tentativas do órgão regulador de verificar, como lhe competia, a legalidade do negócio.

De seu lado, um dos sócios brasileiros da interessada na compra da Varig, a VarigLog, Marco Antônio Audi, informou ter pago ao compadre de Lula US$ 5 milhões para ''trazer resultados''. Disse, textualmente: ''Não sei o que o Roberto Teixeira negociou. Só sei que investi nele, ele tinha que trazer resultados e trouxe. Sua influência foi 100% decisiva.''

O caso remonta a 2006, quando a endividada Varig foi adquirida por US$ 24 milhões pela sua antiga transportadora de cargas, a VarigLog. (Em março do ano seguinte, esta revenderia a empresa para a Gol por US$ 320 milhões.) Para a Anac, o problema a ser esclarecido antes da transação dizia respeito aos controladores da VarigLog, que à época pertencia a um fundo americano de investimentos, Matlin Patterson, em sociedade com três empresários brasileiros, Marcos Haftel, Luiz Gallo e o citado Audi. Como a lei proíbe que estrangeiros detenham mais de 20% do capital de uma companhia aérea nacional, a diretora Denise Abreu expediu ofício exigindo a entrega de documentos que demonstrassem a origem dos recursos dos sócios brasileiros, incluindo as suas declarações de renda. Foi quando as conexões de Roberto Teixeira começaram a se tornar ''decisivas''. Primeiro, por intermédio de sua filha, Valeska, que procurou Denise para protestar contra a decisão - invocando a sua amizade próxima com o antecessor de Dilma, José Dirceu, e a condição de afilhada do presidente da República.

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Anac defende investigações sobre irregularidade na venda da Varig


BRASÍLIA - Diante da suspeita de irregularidades na venda da empresa aérea Varig para a VarigLog, atuante na área de transporte de cargas, a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira, jogou para o Ministério da Defesa a responsabilidade de apurar as denúncias. No entanto, o próprio ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse não ter interesse no assunto.

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Casa Civil favoreceu compradores da Varig, afirma ex-diretora da Anac

da Folha Online

A ex-diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) Denise Abreu afirmou em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", publicada nesta quarta-feira, que a Casa Civil favoreceu a venda da VarigLog e da Varig ao fundo norte-americano Matlin Patterson e aos três sócios brasileiros.

Abreu, que deixou o cargo em agosto de 2007, sob acusações feitas durante a CPI do Apagão Aéreo, relatou que a ministra Dilma Rousseff e a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, a pressionaram a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig.

Segundo ela, Dilma a desestimulou a pedir documentos que comprovassem a capacidade financeira dos três sócios (Marco Antonio Audi, Luiz Eduardo Gallo e Marcos Haftel) para comprar a empresa, já que a lei proíbe estrangeiros de possuir mais de 20% do capital das companhias aéreas.

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Governo temia ser responsabilizado pela crise com a falência da Varig

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia

A disputa pela Varig começou em 2005, quando a empresa entrou em processo de recuperação judicial. Com uma dívida de R$ 7 bilhões, a maior e mais antiga companhia aérea brasileira estava à beira da falência.

A crise se agravou no primeiro semestre de 2006, com vôos sendo cancelados por falta de aviões. O ano era de eleições e Copa do Mundo. No governo, havia a convicção de que a única saída era a falência, desde que não fosse responsabilizado por ela. O governo queria evitar cenas de aeromoças chorando e torcedores dormindo sobre malas nos aeroportos.

Mas as pressões vinham de todos os lados: enquanto trabalhadores, aposentados e políticos cobravam a intervenção do governo, empresas aéreas rivais torciam pela falência e brigavam pelo espólio.

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Anac não checou comprador da VarigLog junto ao INSS


Documento de cinco páginas com o parecer do então procurador-geral da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), João Ilídio Lima Filho, mostra que a Anac dispensou até a checagem dos débitos com a Previdência Social (INSS) de um dos empresários que compraram, há dois anos, a VarigLog. O documento confirma a informação da ex-diretora da Anac Denise Abreu, que disse que, por pressão da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a agência dispensou também a análise da declaração do Imposto de Renda e a verificação da origem do dinheiro dos sócios e a participação de cada um.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Dilma rebate acusações de ex-diretora da Anac sobre venda da Varig

Da Agência Brasil

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse nesta quarta-feira que são falsas as acusações da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, de que teria havido interferência sua no processo de venda da empresa de aviação comercial Varig.

"O governo não participou da venda da Varig. O processo foi amplamente divulgado pela imprensa", disse a ministra, depois de apresentar relatório sobre obras realizadas no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Palácio do Planalto.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada nesta quarta-feira, a ex-diretora da Anac afirmou que foi pressionada pela ministra Dilma Rousseff e pela secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig ao fundo americano Matlin Patterson e aos três sócios brasileiros.

Segundo a reportagem, a ministra tentou impedir que Denise exigisse documentos dos sócios da empresa que comprou a Varig, contrariando a legislação brasileira que proíbe estrangeiros de ter mais de 20% do capital das companhias aéreas.

Dilma admitiu que o governo teve grande preocupação com o processo da falência da empresa, mas enfatizou que a venda da Varig não foi feita pelo governo, nem decidida pelo governo. "O governo não decidiu sobre isso, portanto, a Anac decidiu complementarmente ao juiz", afirmou Dilma.

"Destaco que esse tema [da falência da Varig] foi tratado no âmbito da Anac. Nós consideramos falsas essas acusações, até porque o processo de falência era público e notório", completou.

Irritada com a notícia de que a ex-diretora da Anac a teria acusado de interferência no processo, a ministra retrucou: "até estranho as declarações por conta da relação qualificada entre a Casa Civil e a Denise [que foi funcionária da Casa Civil, antes de ocupar o posto na Anac]". "Além de dizer que as acusações são falsas, não tenho mais nada a dizer", finalizou.


Ex-diretora da Anac acusa Casa Civil de favorecer comprador da Varig


Denise Abreu, que deixou o cargo em meio ao caos aéreo, relata pressões e acredita ter sido alvo de armação

Mariana Barbosa e Ricardo Grinbaum

Uma briga entre sócios da empresa de transporte aéreo de cargas VarigLog está trazendo à tona informações que circulavam apenas no submundo dos negócios, relacionadas à venda da Varig, em 2006 e 2007. O fundo de investimentos americano Matlin Patterson e os sócios brasileiros Marco Antônio Audi, Marcos Haftel e Luiz Gallo disputam na Justiça o comando da VarigLog. No bate-boca entre os sócios, surgiram histórias de tráfico de influência, abuso de poder pelo primeiro escalão do governo, acusações de suborno e a elaboração de um dossiê falso. As denúncias envolvem o Palácio do Planalto e o advogado Roberto Teixeira.

Para falar sobre esse tumultuado período da aviação brasileira, a reportagem procurou a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu. Ela deixou o cargo em agosto de 2007, sob pesadas críticas e acusações durante a CPI do Apagão Aéreo. Chegou a ser responsabilizada pelo caos aéreo e pelo acidente da TAM. Também foi acusada de fazer lobby para a TAM. Embora não fosse presidente da agência, por seu estilo agressivo, era considerada a diretora mais forte. E ficou conhecida pela foto publicada no Estado em que aparece fumando um charuto no casamento da filha do colega de agência, Leur Lomanto, em Salvador, no auge do apagão aéreo. Agora, quer dar sua versão dos fatos. "Não consigo mais trabalhar, preciso me defender e contar o que sei", diz ela, que acredita ter sido alvo de armação. "Eu sequer fumo charuto."

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

ACORDO VARIG-FLEX


A VRG, que opera com a marca comercial Varig, e a Flex Linhas Aéreas ativaram no dia 15 de maio um acordo comercial e operacional tipo ACMI (Aircraft, Crew, Maintenance, Insurance) pelo qual a Flex cede aeronaves e tripulações, e garante manutenção e seguros para operar linhas da Varig. Os vôos operados nesse acordo permanecem na malha da Varig e o passageiro só nota a diferença quando embarca numa aeronave com as cores de outra companhia. Além disso um comissário da Varig, presente a bordo, explica o novo acordo aos usuários.

domingo, 18 de maio de 2008

Lula ameaça criar estatal para o setor aéreo


Presidente diz, em Lima, que inoperância do setor pode levá-lo a criar nova estatal.

Enviada especial da BBC Brasil a Lima - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ameaçou, neste sábado, criar uma estatal para o setor aéreo como resposta ao que qualificou como "desastre" da aviação na América do Sul.

Em um encontro com empresários em Lima, Lula disse que se reunirá com representantes do setor aéreo brasileiro para uma "conversa séria".

"Tudo o que eu não quero é que eles sejam tão inoperantes nessa área que comecem a fomentar na minha cabeça a idéia de que o Estado vai ter de criar uma nova empresa. Eu não quero fazer", disse o presidente.

"A questão da aviação na América do Sul é um desastre", disse. "Não é possível a dificuldade que temos para voar (do Brasil) para a América do Sul. E para a África, é quase impossível", argumentou.

Lula disse ao presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, que o acompanhava em Lima, que se reunirá com o setor assim que voltar ao Brasil.

"Temos que chegar ao Brasil e juntar os empresários da aviação e ter uma conversa séria com eles", disse. "Todos nós falamos de negócios e oportunidades, mas não damos condições de ir e vir para as pessoas (...) precisamos colocar a questão do transporte como uma decisão de governo".

Cobrança

Em sua primeira visita de Estado ao Peru no governo de Alan García, Lula foi cobrado por seu colega peruano por não investir mais no país.

"O que esperamos do Brasil é muito mais do que temos", afirmou García.

Alan García disse que o Peru é um mercado "aberto e seguro" para os investimentos e se queixou da lentidão no andamento dos projetos da Petrobras no país.

"A Petrobras caminha lentamente aqui, presidente. Onde estão os investimentos em campos profundos?", questionou o presidente peruano.

"Queremos que os empresários brasileiros venham ganhar dinheiro aqui (...) parece que não querem ganhar dinheiro, parece que têm muito, coloque mais impostos neles, presidente (Lula)", brincou García.

Ele insistiu no assunto, cobrando mais atenção do presidente brasileiro e, em pelo menos duas oportunidades, se queixou das estreita relação do Brasil com governos como o da Argentina e Venezuela.

"Não olha para nós, só para Argentina e Venezuela", disse.

Em resposta, Lula prometeu investir mais no país e disse que a Petrobras irá responder de forma mais ágil às necessidades do Peru.

De acordo com o presidente, a estatal sofria da "síndrome do medo de ser grande", ao enfatizar que há uma ordem do governo para que a Petrobras invista mais nos países vizinhos.

Os presidentes firmaram memorandos de entendimento nas áreas de bioenergia, infra-estrutura, petroquímica e agricultura. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Lula ameaça criar estatal para o setor aéreo



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ameaçou, neste sábado, criar uma estatal para o setor aéreo como resposta ao que qualificou como "desastre" da aviação na América do Sul. Em um encontro com empresários em Lima, Lula disse que se reunirá com representantes do setor aéreo brasileiro para uma "conversa séria".

"Tudo o que eu não quero é que eles sejam tão inoperantes nessa área que comecem a fomentar na minha cabeça a idéia de que o Estado vai ter de criar uma nova empresa. Eu não quero fazer", disse o presidente.

"A questão da aviação na América do Sul é um desastre", disse. "Não é possível a dificuldade que temos para voar (do Brasil) para a América do Sul. E para a África, é quase impossível", argumentou.

Lula disse ao presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, que o acompanhava em Lima, que se reunirá com o setor assim que voltar ao Brasil.

"Temos que chegar ao Brasil e juntar os empresários da aviação e ter uma conversa séria com eles", disse. "Todos nós falamos de negócios e oportunidades, mas não damos condições de ir e vir para as pessoas (...) precisamos colocar a questão do transporte como uma decisão de governo".

Cobrança
Em sua primeira visita de Estado ao Peru no governo de Alan García, Lula foi cobrado por seu colega peruano por não investir mais no país.

"O que esperamos do Brasil é muito mais do que temos", afirmou García.

Alan García disse que o Peru é um mercado "aberto e seguro" para os investimentos e se queixou da lentidão no andamento dos projetos da Petrobras no país.

"A Petrobras caminha lentamente aqui, presidente. Onde estão os investimentos em campos profundos?", questionou o presidente peruano.

"Queremos que os empresários brasileiros venham ganhar dinheiro aqui (...) parece que não querem ganhar dinheiro, parece que têm muito, coloque mais impostos neles, presidente (Lula)", brincou García.

Ele insistiu no assunto, cobrando mais atenção do presidente brasileiro e, em pelo menos duas oportunidades, se queixou das estreita relação do Brasil com governos como o da Argentina e Venezuela.

"Não olha para nós, só para Argentina e Venezuela", disse.

Em resposta, Lula prometeu investir mais no país e disse que a Petrobras irá responder de forma mais ágil às necessidades do Peru.

De acordo com o presidente, a estatal sofria da "síndrome do medo de ser grande", ao enfatizar que há uma ordem do governo para que a Petrobras invista mais nos países vizinhos.

Os presidentes firmaram memorandos de entendimento nas áreas de bioenergia, infra-estrutura, petroquímica e agricultura.


Lula cogita criar companhia aérea estatal

Segundo presidente, aviação na América do Sul é ‘desastre’.
Ele disse que terá ‘conversa séria’ com empresários do setor.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cogitou neste sábado (17) a criação de uma companhia aérea estatal como resposta ao que chamou de “desastre” na aviação.

"A questão da aviação na América do Sul é um desastre", afirmou. "Não é possível a dificuldade que temos para voar (do país) para a América do Sul. E para a África, é quase impossível", afirmou o presidente.

"Tudo o que eu não quero é que eles sejam tão inoperantes nessa área que comecem a fomentar na minha cabeça a idéia de que o Estado vai ter de criar uma nova empresa. Eu não quero fazer. Mas se os empresários não tiverem ousadia, a gente terá que ter ousadia", concluiu Lula.

Segundo o presidente, ele pretende ter uma “conversa séria” com os empresários do setor quando voltar ao país. "Temos que chegar ao Brasil e juntar os empresários da aviação e ter uma conversa séria com eles", disse. "Todos nós falamos de negócios e oportunidades, mas não damos condições de ir e vir para as pessoas. Precisamos colocar a questão do transporte como uma decisão de governo", concluiu Lula.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Flex inicia dia 15 acordo operacional com a Varig

A Flex Linhas Aéreas e a Varig iniciam, nesta quinta-feira (15/05) um acordo comercial e operacional. A Flex cederá sua aeronave e tripulações, e garantirá a manutenção e os seguros para operar linhas da Varig.Os vôos operados neste acordo permanecem na malha da Varig e continuam sendo comercializados pela empresa, não havendo qualquer alteração na rotina dos passageiros que utilizam estas linhas.

"O passageiro continuará recebendo o mesmo padrão de qualidade de serviços que atualmente é oferecida nos vôos da VARIG, inclusive o serviço de bordo", afirma Nilson Guilhem, gerente Comercial da Flex.

Segundo Lincoln Amano, diretor comercial da Varig o cliente somente perceberá pequenas diferenças quando embarcar numa aeronave com as cores da nova empresa "e for recepcionado a bordo por uma tripulação vestindo uniformes da Flex".

No momento da venda dos bilhetes, o cliente será informado que o vôo naquela rota faz parte de um acordo entre as duas empresas e que será operado pelo equipamento Flex. Além disso, será feito um speach anunciando a parceria entre as duas companhias e um comissário da Varig também estará a bordo para, junto com os comissários da Flex, esclarecer qualquer dúvida entre os passageiros.

A parceria entre as duas empresas terá início oficialmente com vôo RG 2212 saindo do Aeroporto Internacional Tom Jobim no Rio de Janeiro às 18h20m, com destino a Brasília, onde chega às 20h20m. A aeronave segue para Manaus às 21 horas chegando à capital amazonense às 23 horas. No dia seguinte, 16 de maio, o Boeing 737 da Flex inicia o vôo RG 2215, deixando Manaus às 04h10m rumando para Brasília onde chega às 08h30m e de onde sai com destino ao Rio de Janeiro às 9 horas para chegar ao Aeroporto Tom Jobim às 10h50m. Aos sábados, a Flex mantém seu programa de fretamentos destinado a operadoras e agências de turismo nacionais e internacionais.



Flex começa a operar vôos da Varig na quinta-feira


RIO - A Varig e a Flex vão pôr em prática a partir de quinta-feira acordo comercial e operacional assinado na semana passada. De acordo com o contrato, a Flex vai ceder sua única aeronave e suas tripulações - até então usadas para vôos fretados - e vai garantir a manutenção e os seguros para operar linhas da Varig - marca utilizada pela VRG, controlada pela Gol.

A Varig foi comprada pela Gol em 2006, enquanto a Flex é a parte da Varig que não foi vendida e permaneceu em recuperação judicial.

A Varig vai comercializar os vôos em que aeronave e tripulação da Flex forem utilizados. Em nota, o gerente comercial da Flex, Nilson Guilhem, explica que o padrão de serviços a bordo será o equivalente ao oferecido em todos os vôos da Varig.

As empresas garantem que os passageiros serão informados sobre o acordo entre as empresas no momento da venda dos bilhetes.

O primeiro vôo da Varig operado pela Flex será o RG 2212, que vai sair do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, às 18h20 do dia 15 de maio, com destino a Brasília, onde a chegada está prevista para 20h20. De lá, a aeronave segue para Manaus às 21h, com chegada prevista para a capital amazonense às 23h.

No dia seguinte, 16 de maio, o Boeing 737 da Flex inicia o vôo RG 2215, deixando Manaus às 04h10 em direção a Brasília onde chega às 08h30 e de onde sai com destino ao Rio de Janeiro às 9h, para chegar ao Aeroporto Tom Jobim às 10h50. Em seguida a Flex assume os vôos RG 2210 (Rio/Brasília) e RG2217 (Brasília/Rio). E, às 18h20, repete a mesma programação do vôo RG 2212.

De acordo com a Flex, os vôos da Varig operados por ela terão freqüência às segundas, terças, quartas, quintas, sextas e domingos, enquanto aos sábados a empresa vai manter seu programa de fretamentos destinado a operadoras e agências de turismo nacionais e internacionais.

(Rafael Rosas | Valor Online)

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Antiga Varig faz primeiro vôo comercial como Flex

da Folha Online

A empresa Flex Linhas Aéreas, antiga Varig, faz, neste sábado, seu primeiro vôo comercial. Um Boeing 737-300 com as cores da companhia receberá a bordo seu primeiro grupo de passageiros que será levado de Salvador até a cidade histórica de Lençóis, região turística da Chapada Diamantina, ainda na Bahia.

Contratada pela Bahiatursa (Empresa de Turismo da Bahia), a Flex transportará alguns dos participantes do BNTM (Brazil National Tourism Mart), evento de turismo.

Serão 132 pessoas a bordo. No domingo a Flex levará o mesmo grupo de volta a Salvador.

A Flex entra no mercado com o objetivo de "assegurar ao passageiro o prazer de voar".

Para entender as atuais demandas dos passageiros, a empresa informou que realizou estudos com base em pesquisa qualitativa.

Flex Linhas Aéreas fará amanhã seu primeiro vôo comercial


A Flex é resultado da união das empresas em recuperação judicial do antigo grupo Varig e Nordeste Linhas Aéreas

A mais nova empresa aérea brasileira, Flex Linhas Aéreas, realizará neste sábado (12) o seu primeiro vôo comercial, a partir de Salvador. A Flex é resultado da união das empresas em recuperação judicial do antigo grupo Varig: Viação Aérea Rio-Grandense, Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas.

Segundo a assessoria de imprensa, o vôo levará 132 passageiros da capital baiana até Lençóis, na Chapada Diamantina, para participarem do Brazil National Tourism Mart (BNTM), considerado a maior bolsa de negócios do país em turismo receptivo.

A Flex é contratada para o evento pela Empresa de Turismo da Bahia (Bahiatursa) e o retorno a Salvador está previsto para a tarde de domingo (13).

O processo de recuperação judicial da extinta Varig completará dois anos em julho, mas só deverá ser considerado concluído pelo juiz da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Ayoub, quando o último credor for pago. Em julho terminarão as proteções jurídicas que a legislação garante a qualquer empresa em recuperação.

No dia 17 deste mês, os principais credores do extinto grupo Varig deverão realizar assembléia geral e nomear um novo conselho de administração para as empresas em recuperação. O objetivo seria manter a Fundação Ruben Berta afastada do controle. A medida foi tomada em dezembro de 2005 por determinação da Justiça.

Durante a assembléia, deverá ser submetido à aprovação dos credores o nome de Aurélio Penelas como novo gestor judicial das empresas em recuperação, em substituição a Miguel Dau, que anunciou sua saída em março.


Agência Brasil

"Velha Varig" faz vôo inaugural com nome Flex


A mais nova empresa aérea brasileira, Flex Linhas Aéreas, realizará neste sábado o seu primeiro vôo comercial, a partir de Salvador. A Flex é resultado da união das empresas em recuperação judicial do antigo grupo Varig: Viação Aérea Rio-Grandense, Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas.

» Varig suspende vôos para Paris, Madri e México
» Nome de nova aérea será eleito em site
» "Velha Varig" volta a voar com o nome Flex

Segundo a assessoria de imprensa, o vôo levará 132 passageiros da capital baiana até Lençóis, na Chapada Diamantina, para participarem do Brazil National Tourism Mart (BNTM), considerado a maior bolsa de negócios do País em turismo receptivo.

A Flex é contratada para o evento pela Empresa de Turismo da Bahia (Bahiatursa) e o retorno a Salvador está previsto para a tarde de domingo.

O processo de recuperação judicial da extinta Varig completará dois anos em julho, mas só deverá ser considerado concluído pelo juiz da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Ayoub, quando o último credor for pago. Em julho terminarão as proteções jurídicas que a legislação garante a qualquer empresa em recuperação.

No dia 17 deste mês, os principais credores do extinto grupo Varig deverão realizar assembléia geral e nomear um novo conselho de administração para as empresas em recuperação. O objetivo seria manter a Fundação Ruben Berta afastada do controle. A medida foi tomada em dezembro de 2005 por determinação da Justiça.

Durante a assembléia, deverá ser submetido à aprovação dos credores o nome de Aurélio Penelas como novo gestor judicial das empresas em recuperação, em substituição a Miguel Dau, que anunciou sua saída em março.

Empresa que herdou dívidas da Varig fará amanhã seu primeiro vôo comercial


Rio de Janeiro - A mais nova empresa aérea brasileira, Flex Linhas Aéreas, realizará neste sábado (12) o seu primeiro vôo comercial, a partir de Salvador. A Flex é resultado da união das empresas em recuperação judicial do antigo grupo Varig: Viação Aérea Rio-Grandense, Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas.

Segundo a assessoria de imprensa, o vôo levará 132 passageiros da capital baiana até Lençóis, na Chapada Diamantina, para participarem do Brazil National Tourism Mart (BNTM), considerado a maior bolsa de negócios do país em turismo receptivo.

A Flex é contratada para o evento pela Empresa de Turismo da Bahia (Bahiatursa) e o retorno a Salvador está previsto para a tarde de domingo (13).

O processo de recuperação judicial da extinta Varig completará dois anos em julho, mas só deverá ser considerado concluído pelo juiz da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Ayoub, quando o último credor for pago. Em julho terminarão as proteções jurídicas que a legislação garante a qualquer empresa em recuperação.

No dia 17 deste mês, os principais credores do extinto grupo Varig deverão realizar assembléia geral e nomear um novo conselho de administração para as empresas em recuperação. O objetivo seria manter a Fundação Ruben Berta afastada do controle. A medida foi tomada em dezembro de 2005 por determinação da Justiça.

Durante a assembléia, deverá ser submetido à aprovação dos credores o nome de Aurélio Penelas como novo gestor judicial das empresas em recuperação, em substituição a Miguel Dau, que anunciou sua saída em março.

Ex-funcionários da Varig querem solução rápida para o fundo de pensão Aerus

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Ex-funcionários (aeronautas e aeroviários) da extinta Varig realizam hoje (11), nas principais cidades brasileiras onde existem organizações de aposentados da empresa, manifestações por uma solução rápida para o fundo de pensão da categoria, o Aerus.

Há dois anos o Instituto Aerus de Seguridade Social está sob intervenção da Secretaria de Previdência Complementar (SPC) do Ministério da Previdência Social. A SPC é o órgão fiscalizador dos fundos de pensão.

Segundo o presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (Fentac), Celso Klafke, os sindicatos de aeronautas e aeroviários trabalham em duas frentes: em uma delas, responsabilizam a União pela falta de pagamento das aposentadorias; e em outra, apóiam a ação da Varig, de corrosão tarifária, contra o governo federal – a empresa reivindica indenização fixada em R$ 3 bilhões pela Justiça, pelo congelamento de tarifas aéreas entre 1985 e 1992.

Klafke disse acreditar que nesta ação pode estar a solução para o Aerus e também para o pagamento dos créditos trabalhistas aos empregados que saíram da Varig. A intervenção, informou, prejudicaria cerca de 9 mil participantes do fundo e os prejuízos dependem do plano e da situação de cada trabalhador. As deduções, acrescentou, chegam a 80%, "o que significa que os que se aposentaram receberam apenas em torno de 20% do que deveriam receber".

Se a intervenção no Aerus não tivesse demorado tanto a ocorrer, segundo o presidente da Fentac – que congrega os Sindicatos Nacionais dos Aeronautas e dos Aeroviários e os Sindicatos dos Aeroviários de Guarulhos, Porto Alegre e Pernambuco –, poderia ser menor o rombo no fundo, que é de cerca de R$ 3 bilhões. Por isso, explicou, a categoria responsabiliza judicialmente a União. Mas Klafke também culpa a Fundação Ruben Berta, ex-controladora da Varig, pela situação.

Na avaliação dele, por essa razão os ex-funcionários avaliam que a ação de corrosão tarifária contra a União “deve reverter prioritariamente para pagar o fundo de pensão e, depois, o passivo trabalhista da Varig”.

Além das manifestações de hoje no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, está programada uma outra para domingo (13), em Porto Alegre.

Aeronautas e aeroviários da Varig pedem solução para fundo de pensão

Agência Brasil

Brasília - Dois anos depois da intervenção da Secretaria de Previdência Complementar (SPC) no Aerus - Instituto de Seguridade Social dos funcionários da Varig - aeronautas e aeroviários promovem manifestações pelo Brasil.

Eles aguardam uma solução definitiva para o fundo de pensão complementar e lutam pelo restabelecimento de suas aposentadorias. As manifestações ocorrem hoje (11) em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba e no domingo (13), em Porto Alegre.

Desde a intervenção, em 12 de abril de 2006, os mais de 18 mil participantes do fundo tiveram suas aposentadorias reduzidas em cerca de 80%, por falta de liquidez do fundo.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Flex fazendo vôos Internacionais?


A DIRETORA-PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no uso das atribuições que lheconfere o art. 16 da Lei no- 11.182, de 27 de setembro de 2005, e o art. 35 do Anexo I do Decreto no- 5.731, de 20 de março de 2006, autoriza o afastamento do País, com ônus, no período de 08 a 11 de abril de 2008, incluindo trânsito, do Servidor WALTER WILLIAM COX JUNIOR - Matrícula SIAPE No- 2333541, para realizar vôo de avaliação operacional para obtenção de autorização para operação em aeroportos de grande altitude e cruzamento da Cordilheira dos Andes, em aeronave Boeing B-737, vinculada à empresa FLEX Linhas Aéreas, em Lima-Peru, conforme o Processo no- 60800.019771/2008-42.

Podemos tirar duas conclusões desta publicação, a primeira é de que a Flex tem planos para fazer vôos Internacionais regulares, e a segunda é de que eles tem planos para fazer vôos fretados/charters Internacionais.

Flex - Agora é Oficial


SUPERINTENDÊNCIA DE SEGURANÇA OPERACIONAL

PORTARIA Nº 435/SSO, DE 31 DE MARÇO DE 2008

Da emissão do CHETA e documentos pertinentes.

O SUPERINTENDENTE DE SEGURANÇA OPERACIONAL, no uso de suas atribuições outorgadas pelo Art. 57, inciso VIII, e pelo Art. 102, inciso I, da Resolução Nº1, de 18 de Abril de 2006, que aprova o Regimento Interno da ANAC, nos termos dispostos no Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica - RBHA-119 - Homologação; Operadores Regulares e Não Regulares, e com fundamento na Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispõe o Código Brasileiro de Aeronáutica, resolve:

Art. 1º - Emitir para a empresa Nordeste Linhas Aéreas S.A, que utilizará o nome fantasia Flex Linhas Aéreas, o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo de nº 2008-03-0NES-01-00, datado de 26 de março de 2008, com base nas seguintes características:
I Endereço da Sede Operacional: Av. Almirante Silvio de Noronha, 365, BL. C, Quarto Andar, Rio de Janeiro RJ, Cep.: 20021-010;
II Empresa de transporte aéreo regular;
III Autorização para Transporte Aéreo Público de Passageiros, Carga e Mala Postal;
IV Tipo de Operação: Doméstica;
V Regulamentação: RBHA 121.

Art. 2º - Emitir suas respectivas Especificações Operativas, em sua edição original, datada de 26 de março de 2008.

ÁLVARO IBALDO BITTENCOURT

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Sindicato pode tentar anular venda da VarigLog


O Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea) estuda entrar na Justiça para tentar anular a venda da VarigLog ao fundo americano Matlin Petterson, de acordo com o Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Justiça afasta sócios brasileiros da VarigLog

Agência Estado


O juiz José Paulo Magano, da 17ª Vara Cível de São Paulo, afastou ontem os sócios brasileiros da VarigLog e determinou que a administração da companhia aérea de transporte de cargas seja assumida pela Volo Logistics, empresa 100% controlada pelo fundo americano Matlin Patterson. Essa determinação, no entanto, contraria o Código Brasileiro da Aeronáutica, que limita em 20% a participação de estrangeiros em companhias aéreas nacionais.

Apesar disso, o juiz Magano justificou a decisão como uma medida temporária para evitar a falência da VarigLog. Pela sentença, o fundo Matlin Patterson terá 60 dias para encontrar novos sócios brasileiros ou fazer algum tipo de composição com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

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Justiça afasta sócios brasileiros da VarigLog

Agência Estado


O juiz José Paulo Magano, da 17ª Vara Cível de São Paulo, afastou ontem os sócios brasileiros da VarigLog e determinou que a administração da companhia aérea de transporte de cargas seja assumida pela Volo Logistics, empresa 100% controlada pelo fundo americano Matlin Patterson. Essa determinação, no entanto, contraria o Código Brasileiro da Aeronáutica, que limita em 20% a participação de estrangeiros em companhias aéreas nacionais.

Apesar disso, o juiz Magano justificou a decisão como uma medida temporária para evitar a falência da VarigLog. Pela sentença, o fundo Matlin Patterson terá 60 dias para encontrar novos sócios brasileiros ou fazer algum tipo de composição com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

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Flex realizou vôo inaugural para Salvador


Com a presença do Ministro da Previdência Social, Luiz Marinho, a Flex Linhas Aéreas realizou sábado (29) o seu vôo inaugural ligando o Rio de Janeiro a Salvador. O avião Boeing 737-300 – o primeiro da nova empresa - saiu do Rio às 10h e chegou ao aeroporto de Salvador às 12h, trazendo 130 passageiros, entre autoridades, jornalistas e diretores e funcionários da Flex.

Do aeroporto, a comitiva seguiu para o hotel Gran Stella Maris Resort, onde foram recebidos pela Secretaria de Turismo (Setur) e Bahiatursa com um receptivo especial, com apresentação de grupo musical, baianas distribuindo as fitinhas do Bonfim e a revista Viver Bahia. No hotel, houve alguns pronunciamentos de autoridades e em seguida aconteceu um almoço comemorativo.

O secretário de Turismo, Domingos Leonelli, deu boas vindas a todos em nome do Governador e, em seu pronunciamento, comentou que se sentia honrado pelo fato do vôo inaugural da Flex ter sido para a Bahia. Para Leonelli, a presença de uma nova empresa na viação brasileira aumenta a competitividade no mercado doméstico brasileiro e é um fato essencial para o fortalecimento do turismo. O Ministro da Previdência, Luiz Marinho, destacou sua antiga amizade com Leonelli e com a Bahia, dizendo que a Flex Linhas Aéreas já nasce vitoriosa e será uma empresa de sucesso.

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Bahia ganha vôo Salvador/Rio da FLEX


A Bahiatursa preparou um receptivo especial na manhã de sábado, dia 29, para a chegada do vôo inaugural Rio de Janeiro/Salvador, da Flex Linhas Aéreas, com apresentação de grupo musical, baianas e distribuição de materiais informativos para a imprensa. Assim que o Boeing 737-300 (único da frota) posou no solo, os 130 passageiros, dentre eles o ministro da Previdência, Luiz Marinho, ligado ao processo de recuperação da Varig, seguiram para o Gran Stella Maris Resort para um almoço oferecido pela Flex.

Durante o almoço, algumas questões que interessam ao Turismo da Bahia, foram tratadas como: a ampliação da frota e regularização do vôo que, inicialmente, é fretado. Discutiram sobre o assunto, o secretário de Turismo, Domingos Leonelli, a presidente da Bahiatursa, Emília Salvador Silva, o próprio ministro Luiz Marinho, o Comandante Miguel Dan, o representante da Flex na Bahia, Jorge Pinto, o diretor da ANAC, Allemander Jesus Pereira Filho, além de representantes do trade turístico, juízes, desembargadores e empresários.

O secretário de Turismo deu boas vindas aos passageiros em nome do Governador, cumprimentou a todos e disse que se sentia honrado e privilegiado pelo fato do vôo inaugural da Flex ter sido na Bahia. Para Leonelli, a presença de uma nova empresa, na aviação brasileira, aumenta a competitividade interna e externa essencial para fortalecer o turismo. A presidente da Bahiatursa completou o discurso, ressaltando que se trata de um fato memorável, e que a empresa, filha da Nordeste Linhas Aéreas, "será recebida de braços abertos” .

A parceria da Bahia com a Flex pode se consolidar ainda mais com a possibilidade da Chapada Diamantina ser incluída no roteiro, através da reativação e qualificação do aeroporto de Lençóis, trazendo para o Turismo na Bahia um novo ânimo e novas perspectivas de crescimento.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Vôo Inaugural - Ministro da Previdência e Secretário de Turismo da Bahia

Vôo Inaugural - O Comandante Miguel Dau confere o que é que a baiana tem...

Vôo Inaugural - Beleza e simpatia da comissária, a tripulação é Show!

Flex, antiga Varig, faz vôo inaugural do Rio a Salvador


Foram quase três anos de espera. Até realizar seu vôo inaugural no sábado, do Rio a Salvador, a Flex passou por diferentes fases desde que se tornou a primeira empresa brasileira a pedir proteção judicial para se reestruturar, em junho de 2005. A companhia, parte da Varig que herdou uma dívida de R$ 7 bilhões, precisa ainda de R$ 80 milhões cobrados judicialmente para poder consolidar sua recuperação e efetivar sua autorização como concessionária de vôos regulares.

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sábado, 29 de março de 2008

Packaging assina branding da Flex Linhas Aéreas

http://www.revistafator.com.br

O branding da Flex Linhas Aéreas, com vôo inaugural da primeira rota regular da companhia programado para o dia 29 de março, é assinado pela Packaging Brands, empresa de branding e comunicação.

A Packaging deu início ao projeto com pesquisas qualitativas para escolha do nome e conceito, além da análise das motivações e valores procurados pelos usuários na escolha e fidelidade da companhia aérea. São elas: segurança, conforto, bom atendimento, flexibilidade de opções, agilidade, preço, transporte eficiente, pontualidade e serviço de qualidade. “Trata-se, sem dúvida nenhuma, de um projeto muito especial para a Packaging, pois fomos contratados para construção de branding para uma nova empresa aérea”, comenta Maria Luz Schneider.

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Flex terá base no Rio e charter internacional

Luiz Marcos Fernandes

Na solenidade de lançamento oficial das operações da Flex Linhas Aéreas (antiga Viação Aérea Riograndense), no sábado (29/03), no Aeroporto Santos Dumont, o presidente da companhia Miguel Dau, confirmou que a empresa terá sua sede administrativa no Rio de Janeiro e o Departamento Jurídico em Salvador. "Teremos fretamentos inicialmente a partir do Rio de Janeiro onde fixaremos a nossa base. A idéia é comerçar com fretamentos e a partir de junho, com vôos regulares, operando duas ou três aeronaves Boeing 737-300", disse.

Segundo ele já existem planos também para a compra de um Boeing 767 a fim de operar com charteres em rotas internacionais. Miguel Dau confirmou ainda que está deixando o cargo na segunda-feira, dia 31 e seu destino será a nova companhia aérea de David Neeleman. Ele será substituído por Aurélio Penellas, atual gerente de Recursos Humanos. "Estou muito feliz por ter conseguido a certificação para a Flex e por ter dado minha contribuição à companhia", disse. Foi o próprio Dau quem pilotou o avião na viagem inaugural.

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Vôo inaugural - Detalhes...

Vôo inaugural - Equipe Flex

Vôo inaugural - Cmte Miguel Dau durante o procedimento de decolagem

Vôo inaugural - Chegando a hora da partida, volte sempre!

Vôo inaugural - O batismo da tradição

Vôo inaugural, um dia para a história da aviação brasileira

Primeira das muitas aparições nos monitores da Infraero

sexta-feira, 28 de março de 2008

Flex faz vôo inaugural para Salvador amanhã

A companhia aérea Flex (antiga Varig - Viação Riograndense) realiza amanhã (29/03) seu vôo inaugural entre o Rio de Janeiro e Salvador, partindo às 10h e chegando no Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães, às 12h. Entre os convidados deste primeiro vôo estarão o ministro da Previdência, Luiz Marinho, a presidente da Embratur, Jeanine Pires, o juiz da 8ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Ayub, responsável pelo processo de recuperação judicial da Varig, entre outras autoridades.

Depois da chegada do único da frota, o Boeing 737-300, os 130 passageiros seguem para um almoço no Gran Stella Maris Resort. A volta para o Rio está marcada para as 16h.

A Bahiatursa prepara um receptivo especial com baianas, fitas do Bonfim e camisetas Viver Bahia. O secretário de Turismo, Domingos Leonelli discutirá, durante o almoço, a possibilidade de ampliação de vôos. Inicialmente a linha será feita através de vôos fretados, com possibilidade de regularização.

O representante da Flex, Jorge Pinto, diz que a empresa já encomendou oito aviões, modelo Boeing 737-300 com capacidade para 136 pessoas, e espera recebê-los até dezembro.


Autoridades participarão de vôo inaugural da Flex

A Flex (velha Varig), faz seu vôo inaugural neste sábado, dia 29, levando a bordo diversas autoridades. O Boeing 737-300 (único da frota) sai do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, às 10h, chegando a Salvador às 12h, onde será oferecido um almoço no Gran Stella Maris Resort. A volta para o Rio está marcada para as 16h.

Entre os convidados estão o ministro da Previdência, Luiz Marinho – que é ligado ao processo de recuperação judicial da Varig devido ao fundo de pensão da companhia, o Aerus –, a presidente da Embratur, Jeanine Pires, o secretário de Transportes do Estado, Júlio Lopes, o presidente da Webjet, Paulo Enrique Coco, o presidente da Riotur, Luiz Felipe Bonilha, e também operadoras de turismo.

Felipe Niemeyer (panrotas)

quinta-feira, 27 de março de 2008

FLEX voará com parcerias

Flex (a velha Varig) aposta em parcerias com outras empresas para incrementar seus vôos, boa parte deles fretados e voltados às classes A e B.

A viagem inaugural, por exemplo, no sábado, terá brindes da Kopenhagen, Coca-Cola fornecida a voadora por um preço especial e sandálias Ipanema Anatômica, que a Greendene customizou especialmente para a ocasião, como mostram o selos ao lado. Cada passageiro receberá um par.

Coluna Negócios & Cia do Jornal A Tribuna
Vitória/ES - 27.03.2008

http://www.redetribuna.com.br/

segunda-feira, 24 de março de 2008

Fla-Flex por Ancelmo Gois

O Flamengo negocia com a Flex (a velha Varig) o frete do único avião da empresa para levar o time ao jogo contra o Cienciano, em Cuzco, no Peru, dia 9 de abril, pela Taça Libertadores.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Justiça afasta interventor da VarigLog a pedido da Volo

da Folha Online - 19/03/2008 - 18h02

O juiz José Paulo Magano, da 17ª Vara Cível de São Paulo, resolveu afastar da administração judicial da VarigLog o engenheiro José Carlos Rocha Lima, nomeado interventor no início do mês. O juiz acatou parcialmente o pedido da Volo Logistics LLC --empresa pertencente ao fundo americano Matlin Patterson, sócio da Volo do Brasil que controla a VarigLog.

O fundo entende que Rocha Lima não tinha condições de administrar a empresa uma vez que na época em que presidiu a VarigLog foi demitido sob acusações de irregularidades.

De acordo com a Justiça, a empresa também argumentou em sua ação que haveria conflito de interesses, já que Rocha Lima teria participações em empresas que atuam no mesmo ramo que a VarigLog.

No relatório de sua sentença, o juiz reproduziu a conclusão sobre a "péssima gestão e administração de Marco Antônio Audi, Marcos Haftel e Luiz Eduardo Gallo da Varig Logística (aquisição de vários veículos caros importados blindados, gastos absolutamente desarrazoados com consultoria jurídica e constituição suspeita de pessoa jurídica no exterior)". Os três sócios brasileiros (Audi, Haftel e Gallo) foram afastados da empresa por levá-la a um quadro pré-falimentar.

A VarigLog enfrenta sérios problemas como suspensão de serviços e arresto de aeronaves por falta de pagamento a fornecedores e prestadores de serviços. Os funcionários também estão com salários atrasados.

O representante do fundo Matlin Patterson no Brasil, Lap Chan, afirma que o fundo tem total interesse em continuar investindo na companhia, mas precisa ter garantias de que o dinheiro será corretamente aplicado a fim de fazer novos aportes que assegurem a continuidade das operações. "Os investidores estão muito apreensivos com a idéia de investir numa empresa sem a garantia de que os investimentos serão feitos de forma profissional", afirma. Um dos relatórios feitos após a intervenção apontou que os três sócios brasileiros gastaram milhões em gastos pessoais.

O juiz Magano nomeou o advogado Alfredo Luiz Kugelmas, especialista em falência, o administrador de empresas Luis Gaj e o engenheiro Oscar Spessoto para comporem uma comissão que terá como objetivo averiguar quais as condições reais da companhia atualmente. De acordo com a decisão do juiz, Rocha Lima fica até dia 28 de março. Enquanto isso, o trio fica fazendo uma espécie de auditoria na empresa.

A VarigLog não quis comentar a decisão e o interventor Rocha Lima não atendeu às ligações.


Ação de defasagem tarifária da Varig – Parecer PGR

Esclarecimentos do advogado Castagna Maia sobre parecer da Procuradoria Geral da República em relação à ação de defasagem tarifária da Varig.


domingo, 16 de março de 2008

Matéria da revista ISTOÉ Dinheiro - Vai decolar?

Rebatizada de Flex, a "velha" Varig promete voltar a voar este mês.

Leia a matéria completa clicando no link abaixo:

sábado, 15 de março de 2008

sexta-feira, 14 de março de 2008

quinta-feira, 13 de março de 2008

Brasil: Funcionários da antiga Varig criam a FLEX

Funcionários da antiga Varig se emocionaram com o primeiro vôo da Flex, empresa criada por eles depois da crise da companhia aérea que já foi a maior do país. O avião partiu do Rio de Janeiro com destino a Salvador. Veja a reportagem de Sérgio Costa.


ou


Correio da Bahia - Antiga Varig decola com novo nome e somente uma aeronave


segunda-feira, 10 de março de 2008

FLEX fará vôo de avaliação técnica dia 12

08/03/2008 (Aviation On Line, Daniel R.Carneiro)

A FLEX deverá realizar no próximo dia 12, quarta-feira, um vôo de avaliação técnica, dando início aos preparativos para sua entrada em operação. O vôo, realizado com a primeira aeronave da empresa - o Boeing 737-300 PR-FLX (ex-PP-VNY) - partirá do setor vermelho do Terminal 1 do Aeroporto Internacional do RJ às 10:00h, chegando a Salvador às 12:00. O retorno acontece às 14:00h, quando o avião parte de Salvador, com chegada ao Rio prevista para as 16:00h.

O vôo inaugural da companhia está previsto para o dia 29 de março.

FLEX Brasil
Código ICAO : FFX
Código IATA : JH

domingo, 9 de março de 2008

Flex, antiga Varig, adia mais uma vez vôo inaugural

Confiram a entrevista dada pelo comandante Miguel Dau no link:

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

FUNDO DE APOSENTADORIA DA VARIG AGUARDA DECISÃO DO STF SOBRE AÇÃO BILIONÁRIA

Em sua edição dominical, Zero Hora destaca que a Aerus (fundo de aposentadoria dos funcionários da Varig) é o principal beneficiário de uma ação indenizatória movida pela empresa aérea contra o governo federal estimada em R$ 3 bilhões. A Varig pleiteia junto à União um ressarcimento financeiro por conta do congelamento das passagens aéreas ocorrido no governo Sarney (1985-1990). A Transbrasil já moveu ação no mesmo sentido e teve ganho de causa em 1997. A Aerus será a beneficiária porque a Varig deixou o resultado do processo como garantia de pagamento das dívidas com o fundo. A União perdeu todos os recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e agora a decisão final está nas mãos do STF (Supremo Tribunal Federal). Se confirmada a decisão favorável ao pleito da empresa aérea, representantes da Aerus estimam que a liquidação dos planos da Varig poderá ser suspensa e os aposentados voltarão a receber os benefícios em valor integral.

http://ultimainstancia.uol.com.br/

AÇÃO BILIONÁRIA MANTÉM ESPERANÇAS - JORNAL ZERO HORA

O Aerus será o principal beneficiário de uma ação que a Varig deve ganhar contra o governo federal. Em 1992, data de início do processo, o valor era de R$ 3 bilhões. Se a vitória se confirmar, o Aerus ficará com tudo porque a Varig deixou o resultado do processo como garantia de pagamento das dívidas com o fundo.

A empresa pede ressarcimento pelo congelamento das passagens no governo Sarney (1985-1990). Em 1997, a Transbrasil ganhou um processo com a mesma alegação. A União perdeu todos os recursos no Superior Tribunal de Justiça. Agora, o processo aguarda uma resposta do Supremo Tribunal Federal a respeito de um novo recurso. O resultado é dado como favas contadas. Se o dinheiro de fato vier para o Aerus, a liquidação dos planos da Varig poderá ser suspensa, e os aposentados voltariam a receber os benefícios em valor integral.

Articulando pela vitória no tribunal, Carlos Henke, membro da comissão de aposentados do fundo, foi a Brasília com outras 94 pessoas em agosto conversar com o ministro da Previdência, Luiz Marinho.

Passagens e hotel vêm sendo pagas com rifas e doações. Um luxo para quem vive no vermelho. Henke teve de cortar faxineira, telefone e saídas de carro. Vendeu uma casa em São Francisco de Paula, na Serra, para garantir reservas. O contracheque de Henke caiu de R$ 4,5 mil para R$ 2 mil depois da liquidação dos planos.

- O trabalho de uma vida está escorrendo pelos dedos. É um exercício doloroso - diz.

http://www.clicrbs.com.br/

ERRO DA ANAC ADIA O PRIMEIRO VÔO DA FLEX

Erro da Anac atrasa 1º vôo da Flex, parte da Varig que a Gol não comprou

Mariana Schreiber
O Globo
16/2/2008

Agência deu licença só para transporte de carga. Avião deve sair dia 8 de março

Inicialmente previsto para o dia 1º de março, o vôo inaugural da Flex - nova marca da Nordeste, parte da Varig que não foi comprada pela Gol - deve ocorrer no dia 8. O atraso ocorreu por causa de um erro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que emitiu a licença para a empresa autorizando apenas o transporte de cargas. A Anac reconheceu o erro e informou que, na próxima semana, será emitida uma nova autorização também para transporte de passageiros e de mala direta.

A agência, no entanto, disse que trata-se de uma licença provisória, que autoriza apenas o prosseguimento dos negócios da empresa, e que a Flex ainda precisaria entrar com o pedido de autorização definitiva para voar. A Flex contestou a informação e garantiu que, com as correções oficializadas na próxima semana, já terá todas as autorizações para operar vôos.

Após o vôo inaugural, a companhia deve começar a voar regularmente a partir da segunda quinzena de março. Inicialmente, a Flex fretará sua única aeronave - alugada do banco americano Wells Fargo - para outras empresas aéreas ou de turismo.

Segundo o gestor judicial da empresa, Miguel Dau, a Flex já está autorizada a operar nos aeroportos do Rio e de Salvador e, em breve, poderá pousar também em Recife. Até o fim do ano, a empresa pretende alugar mais quatro ou seis aeronaves, ampliar os destinos de vôo e começar a vender passagens diretamente aos clientes.

- Para isso, precisamos de cerca de R$40 milhões que devem vir de ganhos de ações na Justiça cobrando dívidas da VarigLog e da VRG (a Varig que pertence a Gol) - afirmou Dao.

Aerus receberá da antiga Varig R$30 milhões

Anteontem, o juiz Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial do Rio, decidiu como serão repartidos entre os credores da antiga Varig os R$88 milhões provenientes de um resgate antecipado debêntures realizado pela Gol, dona da VRG.

Um dos resgates rendeu R$44 milhões, dos quais R$30 milhões irão para o Aerus, fundo de pensão dos ex-funcionários da Varig. O restante servirá para pagar outros credores, como fornecedores e a Infraero. O Aerus, que tem R$3 bilhões a receber da antiga Varig, está pagando apenas entre 20% e 50% do que cada um dos 9.500 aposentados deveriam receber por mês.

- A situação do fundo é ruim. Havia risco de 4 mil aposentados deixarem de receber a partir desse mês. Com esses R$30 milhões teremos alento de mais uns oito meses - afirmou a presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Graziella Baggio.

Os outros R$44 milhões serão usados para pagar dívidas com 14 mil trabalhadores da empresa, sendo que 20% (R$8,8 milhões) serão contingenciados para pagamento de credores que ainda questionam na Justiça o valor que têm a receber. Os 1.300 funcionários que aderiram ao Plano de Recuperação Judicial da antiga Varig receberão o equivalente a 20% de seus créditos. Os demais receberão menos.


http://clipping.planejamento.gov.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

FLEX ANUNCIA VÔO PARA SALVADOR E RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Luiz Marcos Fernandes


O início das operações da companhia aérea Flex, com um vôo a partir do Rio de Janeiro para Salvador, em operação charter, a partir do dia 8 março, com possibilidade de ser estendido para Recife foi anunciada hoje (15/02) pelos diretores da empresa, durante uma entrevista coletiva com a participação do juiz Luiz Roberto Ayoub, responsável por todo o processo judicial da Varig.

Segundo o CEO da Flex, Miguel Dau, a companhia conta com um plano de expansão. "Estamos negociando com a Varig Log e a Varig-VRG recursos na ordem de R$40 milhões para a compra de seis aviões 737-300 e a nossa idéia inicialmente é operar apenas com fretamentos passando posteriormente para vôos regulares", disse.

O dirigente explicou que está recebendo da Varig um Boeing 737-300 que será utilizado pela Flex através do sistema de leasing. Falta apenas a liberação do aparelho pela Anac.

As principais etapas do processo de recuperação judicial da Varig, que termina em julho deste ano e levou à retomada do crescimento da VRG e à criação da Flex Linhas Aéreas, foram apresentadas durante entrevista coletiva realizada no
Tribunal de Justiça do Rio.

"É muito importante que o final do processo seja cercado de toda a transparência que o acompanhou desde o início", afirmou o presidente do TJRJ, desembargador José Carlos Schmidt Murta Ribeiro.

O juiz da 1ª Vara Empresarial do Rio responsável pelo processo de recuperação da Varig, Luiz Roberto Ayoub, apresentou um relatório mostrando a importância da manutenção da atividade empresarial da antiga Varig e do benefício social e econômico da sua recuperação.

Ayoub confirmou a liberação 20% do valor depositado em juízo para o pagamento do primeiro rateio que será feito entre os credores habilitados, sendo que o fundo Aerus recebeu R$30 milhões.Também foi demonstrada a importância da recuperação da empresa para o Governo: foram gerados em 2007 mais de 83 milhões em tributos e encargos sociais.

http://www.mercadoeeventos.com.br/

FLEX AVIATION CENTER



O mais moderno e completo centro de treinamento da América Latina destinado à formação de uma ampla gama de profissionais para o mercado de aviação comercial.

ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO NO STF

http://www.stf.gov.br/

sábado, 16 de fevereiro de 2008

FLEX LINHAS AÉREAS

A companhia aérea na sua medida

A FLEX chega ao mercado brasileiro incorporando os mais novos conceitos da moderna aviação comercial em todo o mundo. E além disso, a FLEX tem o compromisso de resgatar para os consumidores brasileiros as melhores práticas já adotadas no país. Afinal, formados pela melhor tradição da aviação brasileira, toda a equipe da FLEX se orgulha da excelência de sua capacitação profissional. E sabe que só consegue assegurar ao passageiro o prazer de voar quem tem o prazer de servir.

E foi esse cuidado com o passageiro que levou a empresa a entender, detalhadamente, quais as atuais demandas do mercado de viagens no país. Para isso, foram realizados estudos – baseados em pesquisa qualitativa – para compreender, em profundidade, o que o consumidor brasileiro espera de sua nova companhia aérea.

Os empregados da FLEX têm compromissos básicos com a Segurança, a Satisfação dos Clientes, a Qualidade, a Melhoria Contínua, a Flexibilidade, a Integridade, o Respeito Mútuo e o Diálogo Aberto, o Envolvimento de Todos, a Competência Pessoal, a Saúde e o Meio Ambiente, a Responsabilidade Social e a Segurança Operacional.

A FLEX chega para resgatar o seu prazer de voar.

A partir do próximo dia 1º de março de 2008, a FLEX iniciará a primeira etapa de suas operações, disponibilizando sua frota e suas tripulações para cumprir algumas rotas nacionais da VARIG. Os acordos operacional e comercial entre as duas companhias, oferecerão ligações diárias entre as cidades do Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Fernando de Noronha e Salvador, permitindo que você volte a usufruir o prazer de voar.

Paralelamente, em parceria com os principais operadoras do país, a FLEX vai levar a excelência de seus serviços ao mercado de turismo. Você, passageiro ou agente de viagem pode saber um pouco mais sobre os fretamentos FLEX, acessando o link Fretamentos no menu principal.

http://www.voeflex.com.br