Em sua edição dominical, Zero Hora destaca que a Aerus (fundo de aposentadoria dos funcionários da Varig) é o principal beneficiário de uma ação indenizatória movida pela empresa aérea contra o governo federal estimada em R$ 3 bilhões. A Varig pleiteia junto à União um ressarcimento financeiro por conta do congelamento das passagens aéreas ocorrido no governo Sarney (1985-1990). A Transbrasil já moveu ação no mesmo sentido e teve ganho de causa em 1997. A Aerus será a beneficiária porque a Varig deixou o resultado do processo como garantia de pagamento das dívidas com o fundo. A União perdeu todos os recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e agora a decisão final está nas mãos do STF (Supremo Tribunal Federal). Se confirmada a decisão favorável ao pleito da empresa aérea, representantes da Aerus estimam que a liquidação dos planos da Varig poderá ser suspensa e os aposentados voltarão a receber os benefícios em valor integral.
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AÇÃO BILIONÁRIA MANTÉM ESPERANÇAS - JORNAL ZERO HORA
O Aerus será o principal beneficiário de uma ação que a Varig deve ganhar contra o governo federal. Em 1992, data de início do processo, o valor era de R$ 3 bilhões. Se a vitória se confirmar, o Aerus ficará com tudo porque a Varig deixou o resultado do processo como garantia de pagamento das dívidas com o fundo.
A empresa pede ressarcimento pelo congelamento das passagens no governo Sarney (1985-1990). Em 1997, a Transbrasil ganhou um processo com a mesma alegação. A União perdeu todos os recursos no Superior Tribunal de Justiça. Agora, o processo aguarda uma resposta do Supremo Tribunal Federal a respeito de um novo recurso. O resultado é dado como favas contadas. Se o dinheiro de fato vier para o Aerus, a liquidação dos planos da Varig poderá ser suspensa, e os aposentados voltariam a receber os benefícios em valor integral.
Articulando pela vitória no tribunal, Carlos Henke, membro da comissão de aposentados do fundo, foi a Brasília com outras 94 pessoas em agosto conversar com o ministro da Previdência, Luiz Marinho.
Passagens e hotel vêm sendo pagas com rifas e doações. Um luxo para quem vive no vermelho. Henke teve de cortar faxineira, telefone e saídas de carro. Vendeu uma casa em São Francisco de Paula, na Serra, para garantir reservas. O contracheque de Henke caiu de R$ 4,5 mil para R$ 2 mil depois da liquidação dos planos.
- O trabalho de uma vida está escorrendo pelos dedos. É um exercício doloroso - diz.
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