terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
FUNDO DE APOSENTADORIA DA VARIG AGUARDA DECISÃO DO STF SOBRE AÇÃO BILIONÁRIA
Em sua edição dominical, Zero Hora destaca que a Aerus (fundo de aposentadoria dos funcionários da Varig) é o principal beneficiário de uma ação indenizatória movida pela empresa aérea contra o governo federal estimada em R$ 3 bilhões. A Varig pleiteia junto à União um ressarcimento financeiro por conta do congelamento das passagens aéreas ocorrido no governo Sarney (1985-1990). A Transbrasil já moveu ação no mesmo sentido e teve ganho de causa em 1997. A Aerus será a beneficiária porque a Varig deixou o resultado do processo como garantia de pagamento das dívidas com o fundo. A União perdeu todos os recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e agora a decisão final está nas mãos do STF (Supremo Tribunal Federal). Se confirmada a decisão favorável ao pleito da empresa aérea, representantes da Aerus estimam que a liquidação dos planos da Varig poderá ser suspensa e os aposentados voltarão a receber os benefícios em valor integral.
http://ultimainstancia.uol.com.br/
AÇÃO BILIONÁRIA MANTÉM ESPERANÇAS - JORNAL ZERO HORA
O Aerus será o principal beneficiário de uma ação que a Varig deve ganhar contra o governo federal. Em 1992, data de início do processo, o valor era de R$ 3 bilhões. Se a vitória se confirmar, o Aerus ficará com tudo porque a Varig deixou o resultado do processo como garantia de pagamento das dívidas com o fundo.
A empresa pede ressarcimento pelo congelamento das passagens no governo Sarney (1985-1990). Em 1997, a Transbrasil ganhou um processo com a mesma alegação. A União perdeu todos os recursos no Superior Tribunal de Justiça. Agora, o processo aguarda uma resposta do Supremo Tribunal Federal a respeito de um novo recurso. O resultado é dado como favas contadas. Se o dinheiro de fato vier para o Aerus, a liquidação dos planos da Varig poderá ser suspensa, e os aposentados voltariam a receber os benefícios em valor integral.
Articulando pela vitória no tribunal, Carlos Henke, membro da comissão de aposentados do fundo, foi a Brasília com outras 94 pessoas em agosto conversar com o ministro da Previdência, Luiz Marinho.
Passagens e hotel vêm sendo pagas com rifas e doações. Um luxo para quem vive no vermelho. Henke teve de cortar faxineira, telefone e saídas de carro. Vendeu uma casa em São Francisco de Paula, na Serra, para garantir reservas. O contracheque de Henke caiu de R$ 4,5 mil para R$ 2 mil depois da liquidação dos planos.
- O trabalho de uma vida está escorrendo pelos dedos. É um exercício doloroso - diz.
http://www.clicrbs.com.br/
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AÇÃO BILIONÁRIA MANTÉM ESPERANÇAS - JORNAL ZERO HORA
O Aerus será o principal beneficiário de uma ação que a Varig deve ganhar contra o governo federal. Em 1992, data de início do processo, o valor era de R$ 3 bilhões. Se a vitória se confirmar, o Aerus ficará com tudo porque a Varig deixou o resultado do processo como garantia de pagamento das dívidas com o fundo.
A empresa pede ressarcimento pelo congelamento das passagens no governo Sarney (1985-1990). Em 1997, a Transbrasil ganhou um processo com a mesma alegação. A União perdeu todos os recursos no Superior Tribunal de Justiça. Agora, o processo aguarda uma resposta do Supremo Tribunal Federal a respeito de um novo recurso. O resultado é dado como favas contadas. Se o dinheiro de fato vier para o Aerus, a liquidação dos planos da Varig poderá ser suspensa, e os aposentados voltariam a receber os benefícios em valor integral.
Articulando pela vitória no tribunal, Carlos Henke, membro da comissão de aposentados do fundo, foi a Brasília com outras 94 pessoas em agosto conversar com o ministro da Previdência, Luiz Marinho.
Passagens e hotel vêm sendo pagas com rifas e doações. Um luxo para quem vive no vermelho. Henke teve de cortar faxineira, telefone e saídas de carro. Vendeu uma casa em São Francisco de Paula, na Serra, para garantir reservas. O contracheque de Henke caiu de R$ 4,5 mil para R$ 2 mil depois da liquidação dos planos.
- O trabalho de uma vida está escorrendo pelos dedos. É um exercício doloroso - diz.
http://www.clicrbs.com.br/
ERRO DA ANAC ADIA O PRIMEIRO VÔO DA FLEX
Erro da Anac atrasa 1º vôo da Flex, parte da Varig que a Gol não comprou
Mariana Schreiber
O Globo
16/2/2008
Agência deu licença só para transporte de carga. Avião deve sair dia 8 de março
Inicialmente previsto para o dia 1º de março, o vôo inaugural da Flex - nova marca da Nordeste, parte da Varig que não foi comprada pela Gol - deve ocorrer no dia 8. O atraso ocorreu por causa de um erro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que emitiu a licença para a empresa autorizando apenas o transporte de cargas. A Anac reconheceu o erro e informou que, na próxima semana, será emitida uma nova autorização também para transporte de passageiros e de mala direta.
A agência, no entanto, disse que trata-se de uma licença provisória, que autoriza apenas o prosseguimento dos negócios da empresa, e que a Flex ainda precisaria entrar com o pedido de autorização definitiva para voar. A Flex contestou a informação e garantiu que, com as correções oficializadas na próxima semana, já terá todas as autorizações para operar vôos.
Após o vôo inaugural, a companhia deve começar a voar regularmente a partir da segunda quinzena de março. Inicialmente, a Flex fretará sua única aeronave - alugada do banco americano Wells Fargo - para outras empresas aéreas ou de turismo.
Segundo o gestor judicial da empresa, Miguel Dau, a Flex já está autorizada a operar nos aeroportos do Rio e de Salvador e, em breve, poderá pousar também em Recife. Até o fim do ano, a empresa pretende alugar mais quatro ou seis aeronaves, ampliar os destinos de vôo e começar a vender passagens diretamente aos clientes.
- Para isso, precisamos de cerca de R$40 milhões que devem vir de ganhos de ações na Justiça cobrando dívidas da VarigLog e da VRG (a Varig que pertence a Gol) - afirmou Dao.
Aerus receberá da antiga Varig R$30 milhões
Anteontem, o juiz Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial do Rio, decidiu como serão repartidos entre os credores da antiga Varig os R$88 milhões provenientes de um resgate antecipado debêntures realizado pela Gol, dona da VRG.
Um dos resgates rendeu R$44 milhões, dos quais R$30 milhões irão para o Aerus, fundo de pensão dos ex-funcionários da Varig. O restante servirá para pagar outros credores, como fornecedores e a Infraero. O Aerus, que tem R$3 bilhões a receber da antiga Varig, está pagando apenas entre 20% e 50% do que cada um dos 9.500 aposentados deveriam receber por mês.
- A situação do fundo é ruim. Havia risco de 4 mil aposentados deixarem de receber a partir desse mês. Com esses R$30 milhões teremos alento de mais uns oito meses - afirmou a presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Graziella Baggio.
Os outros R$44 milhões serão usados para pagar dívidas com 14 mil trabalhadores da empresa, sendo que 20% (R$8,8 milhões) serão contingenciados para pagamento de credores que ainda questionam na Justiça o valor que têm a receber. Os 1.300 funcionários que aderiram ao Plano de Recuperação Judicial da antiga Varig receberão o equivalente a 20% de seus créditos. Os demais receberão menos.
http://clipping.planejamento.gov.br
Mariana Schreiber
O Globo
16/2/2008
Agência deu licença só para transporte de carga. Avião deve sair dia 8 de março
Inicialmente previsto para o dia 1º de março, o vôo inaugural da Flex - nova marca da Nordeste, parte da Varig que não foi comprada pela Gol - deve ocorrer no dia 8. O atraso ocorreu por causa de um erro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que emitiu a licença para a empresa autorizando apenas o transporte de cargas. A Anac reconheceu o erro e informou que, na próxima semana, será emitida uma nova autorização também para transporte de passageiros e de mala direta.
A agência, no entanto, disse que trata-se de uma licença provisória, que autoriza apenas o prosseguimento dos negócios da empresa, e que a Flex ainda precisaria entrar com o pedido de autorização definitiva para voar. A Flex contestou a informação e garantiu que, com as correções oficializadas na próxima semana, já terá todas as autorizações para operar vôos.
Após o vôo inaugural, a companhia deve começar a voar regularmente a partir da segunda quinzena de março. Inicialmente, a Flex fretará sua única aeronave - alugada do banco americano Wells Fargo - para outras empresas aéreas ou de turismo.
Segundo o gestor judicial da empresa, Miguel Dau, a Flex já está autorizada a operar nos aeroportos do Rio e de Salvador e, em breve, poderá pousar também em Recife. Até o fim do ano, a empresa pretende alugar mais quatro ou seis aeronaves, ampliar os destinos de vôo e começar a vender passagens diretamente aos clientes.
- Para isso, precisamos de cerca de R$40 milhões que devem vir de ganhos de ações na Justiça cobrando dívidas da VarigLog e da VRG (a Varig que pertence a Gol) - afirmou Dao.
Aerus receberá da antiga Varig R$30 milhões
Anteontem, o juiz Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial do Rio, decidiu como serão repartidos entre os credores da antiga Varig os R$88 milhões provenientes de um resgate antecipado debêntures realizado pela Gol, dona da VRG.
Um dos resgates rendeu R$44 milhões, dos quais R$30 milhões irão para o Aerus, fundo de pensão dos ex-funcionários da Varig. O restante servirá para pagar outros credores, como fornecedores e a Infraero. O Aerus, que tem R$3 bilhões a receber da antiga Varig, está pagando apenas entre 20% e 50% do que cada um dos 9.500 aposentados deveriam receber por mês.
- A situação do fundo é ruim. Havia risco de 4 mil aposentados deixarem de receber a partir desse mês. Com esses R$30 milhões teremos alento de mais uns oito meses - afirmou a presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Graziella Baggio.
Os outros R$44 milhões serão usados para pagar dívidas com 14 mil trabalhadores da empresa, sendo que 20% (R$8,8 milhões) serão contingenciados para pagamento de credores que ainda questionam na Justiça o valor que têm a receber. Os 1.300 funcionários que aderiram ao Plano de Recuperação Judicial da antiga Varig receberão o equivalente a 20% de seus créditos. Os demais receberão menos.
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
FLEX ANUNCIA VÔO PARA SALVADOR E RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Luiz Marcos Fernandes
O início das operações da companhia aérea Flex, com um vôo a partir do Rio de Janeiro para Salvador, em operação charter, a partir do dia 8 março, com possibilidade de ser estendido para Recife foi anunciada hoje (15/02) pelos diretores da empresa, durante uma entrevista coletiva com a participação do juiz Luiz Roberto Ayoub, responsável por todo o processo judicial da Varig.
Segundo o CEO da Flex, Miguel Dau, a companhia conta com um plano de expansão. "Estamos negociando com a Varig Log e a Varig-VRG recursos na ordem de R$40 milhões para a compra de seis aviões 737-300 e a nossa idéia inicialmente é operar apenas com fretamentos passando posteriormente para vôos regulares", disse.
O dirigente explicou que está recebendo da Varig um Boeing 737-300 que será utilizado pela Flex através do sistema de leasing. Falta apenas a liberação do aparelho pela Anac.
As principais etapas do processo de recuperação judicial da Varig, que termina em julho deste ano e levou à retomada do crescimento da VRG e à criação da Flex Linhas Aéreas, foram apresentadas durante entrevista coletiva realizada no
Tribunal de Justiça do Rio.
"É muito importante que o final do processo seja cercado de toda a transparência que o acompanhou desde o início", afirmou o presidente do TJRJ, desembargador José Carlos Schmidt Murta Ribeiro.
O juiz da 1ª Vara Empresarial do Rio responsável pelo processo de recuperação da Varig, Luiz Roberto Ayoub, apresentou um relatório mostrando a importância da manutenção da atividade empresarial da antiga Varig e do benefício social e econômico da sua recuperação.
Ayoub confirmou a liberação 20% do valor depositado em juízo para o pagamento do primeiro rateio que será feito entre os credores habilitados, sendo que o fundo Aerus recebeu R$30 milhões.Também foi demonstrada a importância da recuperação da empresa para o Governo: foram gerados em 2007 mais de 83 milhões em tributos e encargos sociais.
http://www.mercadoeeventos.com.br/
O início das operações da companhia aérea Flex, com um vôo a partir do Rio de Janeiro para Salvador, em operação charter, a partir do dia 8 março, com possibilidade de ser estendido para Recife foi anunciada hoje (15/02) pelos diretores da empresa, durante uma entrevista coletiva com a participação do juiz Luiz Roberto Ayoub, responsável por todo o processo judicial da Varig.
Segundo o CEO da Flex, Miguel Dau, a companhia conta com um plano de expansão. "Estamos negociando com a Varig Log e a Varig-VRG recursos na ordem de R$40 milhões para a compra de seis aviões 737-300 e a nossa idéia inicialmente é operar apenas com fretamentos passando posteriormente para vôos regulares", disse.
O dirigente explicou que está recebendo da Varig um Boeing 737-300 que será utilizado pela Flex através do sistema de leasing. Falta apenas a liberação do aparelho pela Anac.
As principais etapas do processo de recuperação judicial da Varig, que termina em julho deste ano e levou à retomada do crescimento da VRG e à criação da Flex Linhas Aéreas, foram apresentadas durante entrevista coletiva realizada no
Tribunal de Justiça do Rio.
"É muito importante que o final do processo seja cercado de toda a transparência que o acompanhou desde o início", afirmou o presidente do TJRJ, desembargador José Carlos Schmidt Murta Ribeiro.
O juiz da 1ª Vara Empresarial do Rio responsável pelo processo de recuperação da Varig, Luiz Roberto Ayoub, apresentou um relatório mostrando a importância da manutenção da atividade empresarial da antiga Varig e do benefício social e econômico da sua recuperação.
Ayoub confirmou a liberação 20% do valor depositado em juízo para o pagamento do primeiro rateio que será feito entre os credores habilitados, sendo que o fundo Aerus recebeu R$30 milhões.Também foi demonstrada a importância da recuperação da empresa para o Governo: foram gerados em 2007 mais de 83 milhões em tributos e encargos sociais.
http://www.mercadoeeventos.com.br/
FLEX AVIATION CENTER
O mais moderno e completo centro de treinamento da América Latina destinado à formação de uma ampla gama de profissionais para o mercado de aviação comercial.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
FLEX LINHAS AÉREAS
A companhia aérea na sua medida
A FLEX chega ao mercado brasileiro incorporando os mais novos conceitos da moderna aviação comercial em todo o mundo. E além disso, a FLEX tem o compromisso de resgatar para os consumidores brasileiros as melhores práticas já adotadas no país. Afinal, formados pela melhor tradição da aviação brasileira, toda a equipe da FLEX se orgulha da excelência de sua capacitação profissional. E sabe que só consegue assegurar ao passageiro o prazer de voar quem tem o prazer de servir.
E foi esse cuidado com o passageiro que levou a empresa a entender, detalhadamente, quais as atuais demandas do mercado de viagens no país. Para isso, foram realizados estudos – baseados em pesquisa qualitativa – para compreender, em profundidade, o que o consumidor brasileiro espera de sua nova companhia aérea.
Os empregados da FLEX têm compromissos básicos com a Segurança, a Satisfação dos Clientes, a Qualidade, a Melhoria Contínua, a Flexibilidade, a Integridade, o Respeito Mútuo e o Diálogo Aberto, o Envolvimento de Todos, a Competência Pessoal, a Saúde e o Meio Ambiente, a Responsabilidade Social e a Segurança Operacional.
A FLEX chega para resgatar o seu prazer de voar.
A partir do próximo dia 1º de março de 2008, a FLEX iniciará a primeira etapa de suas operações, disponibilizando sua frota e suas tripulações para cumprir algumas rotas nacionais da VARIG. Os acordos operacional e comercial entre as duas companhias, oferecerão ligações diárias entre as cidades do Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Fernando de Noronha e Salvador, permitindo que você volte a usufruir o prazer de voar.
Paralelamente, em parceria com os principais operadoras do país, a FLEX vai levar a excelência de seus serviços ao mercado de turismo. Você, passageiro ou agente de viagem pode saber um pouco mais sobre os fretamentos FLEX, acessando o link Fretamentos no menu principal.
http://www.voeflex.com.br
A FLEX chega ao mercado brasileiro incorporando os mais novos conceitos da moderna aviação comercial em todo o mundo. E além disso, a FLEX tem o compromisso de resgatar para os consumidores brasileiros as melhores práticas já adotadas no país. Afinal, formados pela melhor tradição da aviação brasileira, toda a equipe da FLEX se orgulha da excelência de sua capacitação profissional. E sabe que só consegue assegurar ao passageiro o prazer de voar quem tem o prazer de servir.
E foi esse cuidado com o passageiro que levou a empresa a entender, detalhadamente, quais as atuais demandas do mercado de viagens no país. Para isso, foram realizados estudos – baseados em pesquisa qualitativa – para compreender, em profundidade, o que o consumidor brasileiro espera de sua nova companhia aérea.
Os empregados da FLEX têm compromissos básicos com a Segurança, a Satisfação dos Clientes, a Qualidade, a Melhoria Contínua, a Flexibilidade, a Integridade, o Respeito Mútuo e o Diálogo Aberto, o Envolvimento de Todos, a Competência Pessoal, a Saúde e o Meio Ambiente, a Responsabilidade Social e a Segurança Operacional.
A FLEX chega para resgatar o seu prazer de voar.
A partir do próximo dia 1º de março de 2008, a FLEX iniciará a primeira etapa de suas operações, disponibilizando sua frota e suas tripulações para cumprir algumas rotas nacionais da VARIG. Os acordos operacional e comercial entre as duas companhias, oferecerão ligações diárias entre as cidades do Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Fernando de Noronha e Salvador, permitindo que você volte a usufruir o prazer de voar.
Paralelamente, em parceria com os principais operadoras do país, a FLEX vai levar a excelência de seus serviços ao mercado de turismo. Você, passageiro ou agente de viagem pode saber um pouco mais sobre os fretamentos FLEX, acessando o link Fretamentos no menu principal.
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